O Iguassu - Seu jornal de notícias em Foz do Iguaçu
Untitled Document
Untitled Document
Untitled Document

EDITORIAIS

Politica
Segurança

COLUNISTAS

Luiz Carlos da Silva
Chico de Alencar
José Reis
Leila Gesing
Lilian Grellmann
Marco Freire
Rádio Peão
Segurança
Untitled Document

ULTIMAS NOTICIAS

GARGANTA
CÁ ENTRE NÓS
OLHO NA TELINHA
Tribuna do Lucasi
OLHO NA TELINHA
CÁ ENTRE NÓS
TRIBUNA DO LUCASI
Untitled Document

ELES ESTÃO LENDO

Eles Estão Lendo
Untitled Document
Untitled Document

Luiz Carlos da Silva

Tribuna do Lucasi

2010-09-03
 

Por Luiz Carlos Silva


A POLÍTICA PROVISÓRIA (...) DO ASSISTENCIALISMO

Nos últimos dois anos, o Parlamento de Foz do Iguaçu, aprovou vários projetos, mas nem um destes projetos teve uma consequência na vida dos trabalhadores assalariados e desempregados de Foz, que pudesse ser entendido como uma justificativa real de existência de um parlamento eleito pelo voto popular.

O adverso aconteceu, como má consequência, quando do uso do parlamento eleito também e majoritariamente com o voto popular, para abonar um horário acuado aos trabalhadores do mercado. Outra situação foram as aprovações de projetos que levam ao desemprego, em nome de um futuro além-mundo, na condição de um manto, para ocultar os reais interesses de lucro.

Em dois anos, o Parlamento de Foz, como perfil político da população, não incluiu em sua droga de pauta, assuntos conexos à situação econômica de Foz do Iguaçu, mesmo a questão “Industrial” e “Comercial” foi deixada de lado, não que não tenham acatado projetos em “nome de”; de efeito e aparência como o “desenvolvimento Rural”, “Industrial”, “Comercial”, etc., mas, sem efeitos reais no cotidiano pouco persuasivo da “boa realidade de Foz”.

O Parlamento abafou várias oportunidades de se manifestar enquanto Parlamento Político de mobilização popular; de uso e abuso da imprensa local, dos Sindicatos e das diversas Entidades Sociais, quando, por exemplo, não se manifestou abertamente a respeito da “Estrada de Ferro” e dos benefícios reais que isto poderia trazer ao povo trabalhador, que hoje vive premido pela incerteza de um trabalho decente e se sujeita, a serviços desumanos, atrasados e anacrônicos.

Supõem-se que um Parlamento Municipal tenha a condição, a dignidade, a sabedoria política, pelo menos, para não temer, o encargo que ocupa, notadamente pelos votos que representa.

É uma vergonha para um Município, das condições de Foz do Iguaçu, como tríplice fronteira, turismo, ex-área de segurança nacional, perder seu tempo com projetos e moções inúteis; que visam calendários e dias especiais, homenagens que deveriam ser discretas, pessoais, estritas do Poder Executivo, para não ostentarem uma baldia afronta aos próprios eleitores, que em regra circundam a maldita ponte a procura de “patrões de muamba”, ou se engolem no tráfico, por conta da ilusão da “riqueza”.

Como dizem, se fazer de tolo é mais fácil. O mau presságio usa “Black Tie”* cria um mundo paralelo entre riqueza para si e miséria para os outros e para conservá-la usa de recursos, que invariavelmente dão um passo a frente e dois para trás; como é o caso do grande nível de propaganda neste período eleitoral, aonde Foz aparece como “a cidade mais assistencial do país”, contudo, nem uma só perspectiva real, imediata, de trabalho permanente para o povo trabalhador assalariado, ao contrário, a representação maior do Estado, a Assembleia do PR. caiu! Reflexo dos municípios? Do povo político?(gravata preta)


...Continuar lendo

TRIBUNA DO LUCASI

2010-09-02
 


Por Luiz Carlos Silva


JOGO DE CARTAS MARCADAS: QUEM VENDEU O QUE?

Em l972 a l976, a grande discussão na Cidade de São Paulo, era com relação à quantidade de empregos que deveriam ser gerados por ano, para que os jovens tivessem oportunidade de trabalho. Neste período vinham para São Paulo, brasileiros de todos os cantos do país.

Vivíamos sob um Regime Militar e para darem uma resposta social a esta situação, de concentração populacional, o que exigia mais energia para novas fábricas e bairros, o regime militar, aliando o útil ao agradável, fez dois grandes projetos: um a Transamazônica, uma estrada que corta o Amazonas, posteriormente abandonada, o outro projeto, foi a construção de uma Usina Hidroelétrica no Estado do Paraná, a Itaipu.

Em 80 o capitalismo modifica os “modos de produção”, da “linha de produção” para a Robótica. As fábricas podem ser menores e mais descentralizadas e muitas migram para o interior do Estado de São Paulo. Este modelo de produção, mais interiorizada (dentro do país), tinha seus dias contados. O capitalismo requeria novas formas de relação entre os mercados e para tanto um governo militar, centralizador, não respondia às necessidades econômicas da nova conjuntura em franca crise terminal, pronta para sucumbir junto com a economia socialista.

A circunstância da democracia foi discutida, amparada e negociada pelos países ricos e de forma contraditória apesar da liberdade política e da abertura de mercado, obrigou-se a restringir e abortar as perspectivas de emancipação do proletariado nacional. Criou-se uma linha imaginária, que concebia a exclusão social: a miséria, sem salário, a pobreza, com salário mínimo e a classe média, mais de dois salários.

O então, Ministro, depois Presidente, Fernando Henrique, comandou a transição econômica, que permanece até hoje. As tentativas anteriores falharam. Foram desastres econômicos, que até no presente, os prejudicados tentam se recuperar.

A grande questão com relação ao senhor Fernando Henrique, ficou por conta das privatizações. Justamente porque saíamos de um regime nacionalista, de Estado Forte, para uma economia de mercado e o Brasil devia muito ao FMI. A privatização era o oposto de tudo o que tínhamos aprendido sobre nação, desde Getúlio. Mas não havia outro recurso, ou isso, ou desemprego generalizado. O Brasil teria que recomeçar, mas isso não seria possível com um Congresso Nacional, composto essencialmente de fazendeiros e coronéis, o desastre seria fatal para o trabalhador.

Na atualidade com o governo Luiz Inácio, as privatizações, o mercado, mudaram o curso, chegaram à conclusão óbvia de que privatização é... quase sinônimo de provocação e pior, imbecil, já que nada os impede de se associarem, na figura da empresa “Mista”, de forma bastante vantajosa, aonde o Estado funciona como um Seguro, uma Garantia e muitos recursos.

...Continuar lendo

TRIBUNA DO LUCASI

2010-09-01
 

Por Luiz Carlos Silva


GLOBALIZAÇÃO: O SENTIMENTO DE ‘UNIDOS VENCEREMOS’ VAI ATÉ A PRIMEIRA CRISE MUNDIAL

As pessoas pensam em si mesmas. Perde a família, perde a igreja. Muito normal dentro de um sistema competitivo e concorrente. Quando a pequena burguesia se permitiu abrir a educação, o fez por pressão social natural, demográfica e ainda a especialização do mercado: robótica, computadores, máquinas modernas, etc.

Agora, para se distinguir, deste novo ‘lote’ de formandos ao nível nacional e crescendo, cria outros títulos para si, bem mais realistas, mais focados no poder e riqueza e nas empresas estatais e mistas, obviamente com recursos retirados inclusive, daqueles, a quem muitas vezes, se utiliza, para alavancarem seus projetos sociais, do tipo adote um miserável...

Enquanto os novos intelectuais se deleitam nas escolas; a realidade, bem menos complexa, continua sendo movida ao custo de salário mínimo, marmitas requentadas, transporte precário, habitação gaiola, concentração populacional, falta de esgoto, crimes com muitas oitavas acima, corrupção e muito medo de não se dar bem, seja como for; até com guerra civil, por parte daqueles que efetivamente ‘escolheram’ o lado escuro da força do sistema econômico.

...Às vezes deixam escapar a sua verdade. Em um dos debates políticos, o candidato enalteceu o ‘seu governo’ porque ele havia acabado com a miséria, promovendo o infeliz a pobre e o pobre a classe média, com mais de dois salários.

Esta parece ser a maior realização do país, em termos de Estado distributivo. O que não deixa de ser uma competição, o “espírito do capital”. Enquanto isso acontecia, os bancos enriqueciam numa curiosa relação de custeio da miséria e investimentos estatais, no, “é dando que se recebe”.

É certo dizer, que um Estado Nacionalista, tipo Milico, não tem futuro, mas um Estado Capitalista também não. São coisas contraditórias: quando um pensa em povo, o outro pensa em lucro sobre o povo?

A conciliação que estamos assistindo neste final de governo e que agrada o povo e que desagradou Fernando Henrique quando das privatizações e que antes desagradava o povo, que agora se agrada, é do capital e o Estado: o Estado continua auxiliando o Capital com recursos, e associações, como a Petrobras e as empresas terceirizadas e o Capital, auxilia o Estado com empregos. 

Bem, os detalhes, com relação aos trabalhadores e seus Sindicatos, dependem da situação econômica, da concorrência, da luta de mercado, da oferta de mão de obra, se o mercado abre aos sábados e domingos, tudo igual.


...Continuar lendo

TRIBUNA DO LUCASI

2010-08-31
 

Por Luiz Carlos Silva

FACISMO: TIRANIA E ASSÉDIO

A herança do tempo da escravidão permanece latente, especialmente em algumas regiões, um bom espírita, diria que os “espíritos das pessoas sacrificadas” estão azucrinando a sociedade moderna. Tem certa verdade nisso.

Em Foz, Monsenhor Guilherme levantou a Santa Casa de Misericórdia, quando Foz não tinha nem farmácia “Lopão (deus chinês)”. Segundo consta, o Monsenhor foi penalizado, por conta da 2ª. Grande Guerra, por ser alemão. A questão, como isso poderia acontecer a um homem que encontra uma cidade primitiva e constrói um hospital? Só por isso bastaria sua vida, pelas circunstâncias e a época. Mas, como disse um escritor de Foz: “a hora, era de ficar calado”. ...Desaparecer, mesmo sendo padre, mas homens dignos morrem só uma vez... (Nietze).

A Santa Casa foi desativada no governo de Donald, abrindo o ciclo daquilo, que remonta um antigo estigma, jamais solucionado. Como diz a Bíblia, “uma porta se fecha, abrem outras”, todavia, é um ditado específico para os filhos do Criador, não para objetos. No obstante, foi um dileto filho do Criador que abriu a Santa Casa, como uma porta de abrigo para os outros filhos do Criador e o homem fechou.

O mal na impossibilidade de vencer o bem, assim como o bem vencer o mal, as coisas se equilibram: os benefícios reais na vida das pessoas, salário e jornada dignos, são substituídos por instituições sociais. Os processos produtivos do Estado geradores de emprego e renda são substituídos por bolsas, doações do Estado, deste o governo de Itamar.

As empresas privadas nacionais, médias e pequenas, são as alavancas das pequenas cidades e do grande capital e sucumbem ao mal na relação com os pequenos, pelo abuso, exploração, desprezo profissional, pela concorrência predadora e destruidora, em cada município. Os mercados, e não os postos de gasolina, hospitais, delegacias; os funcionários trabalham em regime de servidão e a sociedade ‘moderna’ é conivente, silente.

O sindicato da categoria reage da forma como sabe e pode. Entretanto, é severamente reprimido pelos feitores e representantes patronais, que se quer precisam aparecer, na contrapartida inauguram mais instituições, que bem ou mal, representam empregos assalariados, subsidiados, em parte, pelo governo e rende títulos e honras, que sacramentam a estabilidade da função.

A “esquerda real” foi substituída, por uma esquerda “leonina de direita” que aceita o jogo do poder sem questionar. Os concursos públicos são de dois tipos, um é pago e arrecada milhões e paga milhões para as gráficas internacionais, ou mistas; outro, o concurso é gratuito, por ser um tipo de justificativa institucional, a empregos especiais a pessoas seletas, segundo a concepção política, irremediavelmente, de qualquer forma, fascista.


...Continuar lendo

Assinante

Login:
Senha:
 
Esqueci a senha
Quero ser um assinante
Untitled Document

JORNAL ONLINE

Edição Atual
Untitled Document

ENQUETE

Participe da Enquete

Foz elegerá algum candidato "nato" como Deputado Federal?

SIM
NÃO
TALVEZ
NÃO SEI


Ver Resultado
Untitled Document

VIDEO EM DESTAQUE

BOM DIA BRASIL - Alexandre Garcia fala sobre Foz do Iguaçu como exemplo negativo ao comenta a situação da saúde no Brasil
Untitled Document

TWITANDO

Uma publicação do Clube Reporter Cidadão

Diretor Geral: José Reis
Jormalistas Colaboradores: Christiano Fossari Fernandes - DRT/PR - 6068 - Elias Marques Herculano - DRT/PR - 5018
Todos os direitos reservados para O Iguassu - Telefone (45) 3523-0302 - oiguassu@oiguassu.com